sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

E agora, fazer ou não fazer lista de metas?

Olá Amigos,
Saúde e paz!
Achei o artigo de hoje bem pertinente para essa época do ano.
Espero que apreciem.
Aproveito para desejar-lhes um 2015 de paz, alegrias e muitas realizações!
Cada dia mais crescimento e contínuo sucesso para todos!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes









Confesso, já esqueci uma ou duas vezes minha lista de metas no fundo de uma gaveta qualquer, assumo também que deixei de cumprir alguns itens da tal “lista perfeita” segundo meu pensamento de inicio de ano.

É comum se sentir culpado em relação as tais listas, isso se você a fizer e não cumprir ou não fizer e ouvir que todo mundo faz porque é assim que as coisas funcionam, que se atinge objetivos, que se cresce e tantas outras coisas que aumentam ainda mais a sua culpa.

Hoje existe uma pressão muito grande por metas e objetivos bem definidos (leia-se declarados por escrito), caso contrário você é alguém que dificilmente conquistará alguma coisa durante o ano pois “não possui foco”. Mas e quem disse que se fizermos igual a todo mundo teremos resultados diferentes?

É preciso ficar claro que lista de metas funcionam para quem funciona com elas, senão servem apenas como uma declaração escrita de culpa e frustração ao findar o ano.

Se você considerar o fato de que pessoas são diferentes, logo também poderá entender que cada um tem um jeito próprio de atingir seus propósitos.

Existem pessoas que não funcionam com lista, mas por objetivos pontuais, traçados e realizados individualmente. Outras no entanto, tem nas listas a bússola norteadora para o desenvolvimento pessoal e profissional e se sentem satisfeitas ao constatarem que estão evoluindo ao riscar de cada meta cumprida.

Antes de pensar em fazer ou não fazer lista de ano novo, vale olhar um pouco mais para sua dinâmica e perceber o seu próprio funcionamento. Isto pode ser facilmente visto por meio de experiências de anos anteriores. Se você tiver bons sentimentos em relação a isto, você funciona com lista, se surgir sentimentos ruins, talvez esteja na hora de fazer diferente.

O que não vale é se acomodar, estagnar e não ter objetivos na vida, agora se isso vai ser feito em forma de lista ou mentalmente, depende mais de você do que aquilo que dizem por aí.

Listas de metas não se realizam sozinhas, é preciso de atitude para que se concretizem. Do mesmo modo, deixar de fazer uma lista de metas não te faz uma pessoa sem objetivos, tudo vai depender do quão disposto e compromissado você está com seu crescimento e para isso não há no mundo, quem ou o que precise outorgar este pacto e nem é preciso de uma lista para que se tenha certeza disso.




segunda-feira, 24 de novembro de 2014

8 regras que vão facilitar sua vida em todos os aspectos

Olá Amigos,
Saúde e paz!
No texto de hoje o autor aborda a temática da comunicação e o quanto é importante saber se comunicar para alcançarmos os objetivos que desejamos.
Espero que possamos aprender e colocar em prática esses ensinamentos.
Desejo-lhes muito crescimento, contínuo sucesso e ótima semana!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes





Cada habilidade pode ser praticada e a melhor maneira de realizá-la é se concentrar em uma técnica por pelo menos uma semana.


É impossível aprendê-la na escola, embora pertença a uma classe das habilidades mais importantes de nossas vidas. Cada um de nós aprende isso, No entanto, existem poucos professores que ensinam. Não há nada sobre isso em programas de TV, mas é usada em todos os lugares. A sobrevivência da espécie depende de sua qualidade. Os animais e tribos que a operam predominam sobre os outros. 

A grande maioria das pessoas está inconsciente disso e isso está automatizado em suas vidas. Isso não dá qualquer chance de mudar hábitos aprendidos na infância. É sobre comida? Sobre a respiração? Não. Trata-se de uma comunicação consciente. Neste artigo, você descobrirá como as regras a seguir reduzem significativamente o número de erros de comunicação que são cometidos inconscientemente pela grande maioria das pessoas.

1. O que você diz você pode executar?

A regra número um - se você diz algo, você deve ter certeza que você pode executar o que está sendo dito. Caso contrário, a comunicação verbal não pode ser realizada. Se você ouvir: "Esqueça o número 4", você não será capaz de executar isso porque o processo de esquecimento não é possível. Este comando faz exatamente o efeito oposto - uma pessoa se lembra do que é suposto ser esquecido e, em consequência, reforça a informação que deve ser removida.

A situação é semelhante quando se trata de pais conversando com seus filhos: "Seja bom" (ou qualquer outro adjetivo). O verbo "ser" não é factível, porque é impossível "não ser". As crianças não entendem isso e ficam confusas, deixando os pais confusos também. Tente apontar o que você realmente quer dizer e tenha certeza de que é possível fazer isso, a fim de obter resultados físicos.

2. O que você diz é expresso precisamente?

"Seja bom", "Comporte-se", "Motive-se". Você sabe o que isso significa? Não, pois essa comunicação é privada de precisão e por isso é possível interpretá-la de muitas maneiras diferentes. Como resultado esse tipo de comunicação te traz qualquer resultado completamente diferente do esperado.

Em vez de "seja bom" diga a criança exatamente o que você quer, por exemplo: "coloque o brinquedo na prateleira com outros brinquedos". Em vez de "comporte-se", diga "Por favor, fale mais baixo". Não exija "motive-se" porque é impossível entendê-lo. Tente sugerir para o outro para ficar em pé, falar alto e falar sobre uma situação em que ele sente entusiasmo. O que você diz deve ser expresso com precisão - esta é a regra número dois.

3. O que você diz é expresso positivamente?

Você está oferecendo algo para beber a alguém, então você oferece uma xícara de café. A resposta é “não, obrigado”. Então você oferece um chá. Novamente você ouve um "não, obrigado". Suco de laranja? "Não". Um shot de vodka? "Não". Quanto tempo você precisa para ficar irritado? A negação em si é reativa - refere-se à realidade que já existe sem a criação de um futuro construtivo, deixando o interlocutor sem a possibilidade de resolver o problema. Particularmente, isso tem as suas consequências para as crianças que ouvem o que não fazer, pois assim elas não serão capazes de desenvolverem atitude pró-ativa na busca de soluções.

Além disso, o cérebro não reconhece negações - a sugestão de que você não deve pensar em um elefante rosa termina em fracasso, porque o cérebro processa o que você ouve (apesar da negação). Da próxima vez, se alguém lhe disser "Eu não quero me apegar a você, mas...", isso significa, obviamente, que ele ou ela quer ser como um carrapato em sua vida. Ao invés de dizer ao empregado "Não fale com o cliente desta forma", explique como exatamente você quer que ele fale com essa pessoa. Esta é a regra número três - o que você diz deve ser expresso de forma positiva.

4. O que você diz é uma mensagem para o outro ou para você mesmo?

"Entenda isso", "Ouça o que estou dizendo", "Sinta o que...". O outro lado não é capaz de compreendê-lo como você deseja ser compreendido, porque isso só pode ser feito por você. Ninguém pode ser responsável pelos processos mentais e emocionais da outra pessoa, porque é sempre você quem decide em última instância o que você sente e pensa (independentemente do fato de que o interlocutor seja um estímulo).

O outro lado também não pode saber o que você quer dizer e você não pode ser sentido como você deseja. No entanto, ele pode entender você em sua própria maneira, como ele imagina, sente e interpreta, isto é, de acordo com filtros cognitivos próprios. Se você compreender a si mesmo, você sabe que tipo de mensagem você deseja entregar e assim será possível entregar a mensagem para o outro lado. A regra número quatro é lembrar que você tem que tomar a responsabilidade para si e dá-la a outras pessoas.

5. O que você diz é uma descrição dos fatos mensuráveis ou é uma leitura mental?

"Eu vejo que você está se sentindo para baixo hoje, triste com algo". Não, o que você vê são lágrimas causadas por cortar a cebola.

"Eu sei o que você vai dizer agora". Não, você não sabe. Você apenas se lembra de uma situação semelhante e o que eu disse da última vez.

"Esta foto me diz que você foi infeliz naquele tempo". Não, fotos não dizem. É apenas a maneira que você interpreta e então você coloca sua interpretação nesta foto. É um erro de atribuição (fotos não têm capacidade de falar) e projeção (crença, que nós pensamos exatamente o mesmo que o nosso interlocutor).

Na verdade, a leitura dos processos mentais é difícil (até hoje não foram encontradas na psicologia soluções claras para, por exemplo, a linguagem do corpo) e na comunicação isso é ainda mais limitado - na prática é quase sempre impossível. Estima-se que a grande maioria das comunicações via e-mail é distorcida - isso significa que a recepção da mensagem é diferente da intenção do autor.

No entanto, a descrição de fatos é objetiva e ajuda a evitar muitos conflitos, como por exemplo, o tratamento de seu próprio julgamento como uma descrição objetiva da realidade. Este erro pode ser visto no exemplo a seguir:

- Você parece nervoso
- Não, eu não sou.
- É mesmo? Eu posso ver que você é.

Portanto, lembre-se sobre a regra número cinco de comunicação consciente - descreva fatos mensuráveis em vez de tentar ler mentes.

6. O que você diz descreve como você se sente ou é um ataque ao outro?

Normalmente, o ataque ao interlocutor leva a envolver-se em seus mecanismos de defesa do ego, para a proteção da autoimagem. Dizer ao parceiro "Você não me ama" provavelmente causará uma negação (Mas eu te amo), uma retaliação (Você sempre me tem aqui!), uma escalada do conflito (Quantas vezes você vai inventar problemas que não existem?). É melhor você começar a falar sobre seus próprios sentimentos em vez de atacar. É de caráter educativo, informativo e é seguro para a integridade do interlocutor.

No exemplo acima, em vez de "Você não me ama", a mensagem "Ontem, você disse que eu não fiquei bem neste vestido, eu me senti triste" seria mais eficaz. O interlocutor poderia dizer que aquela não era a intenção e em seguida você pode esclarecer dizendo "Eu entendo isso e eu estou feliz que você tinha outras intenções. Ao mesmo tempo eu entendi dessa forma”. A regra número seis o protege de conflitos. Certifique-se de quando você descreve seus sentimentos, você não ataque o interlocutor.

7. O que você diz se refere à pessoa ou ao comportamento?

Falar sobre o ser humano é sempre uma generalização, normalmente se está generalizando casos individuais. Este nível de avaliação - independentemente do resultado positivo (Você é muito inteligente) ou negativo (Você é completamente estúpido) - cria uma imagem irreal de si mesmo na cabeça do interlocutor. Irreal porque cada homem teve seus momentos em que ele se comportou como uma pessoa brilhante ou estúpida (dependendo da opinião de uma pessoa, pois não existem critérios objetivos de inteligência e estupidez).

Esta imagem forma um sentimento determinado de autoestima e a própria mensagem descreve aparentemente a realidade que não permite alterações. Se alguém é "estúpido", é impossível fazer qualquer coisa com ele. Portanto, é mais eficaz quando nos referimos ao comportamento do interlocutor, porque é mais fácil mudar um comportamento do que a personalidade. Ao invés de dizer "você é estúpido", diga "Antes de ver o cliente, por favor, leia mais sobre a empresa que você vai visitar". Em vez de dizer "você é sábio", diga "Quando você expressou sua opinião sobre esse filme, você me inspirou a vê-lo". A regra número sete ensina a falar sobre o comportamento das pessoas não sobre si mesmas.

8. O que você diz é de caráter direto ou tem uma intenção oculta?

"Querida, não têm quaisquer outros vestidos lindos?". Não é uma pergunta sobre outros vestidos, mas é um comentário negativo sobre este em particular. Palavras como "O que diabos você está pensando?" Não visam saber a opinião do outro lado, mas visam à expressão de frustração. As mensagens com duplo sentido expressam conteúdo que é diferente da real intenção do interlocutor, reduzem a confiança do interlocutor adulto e não são compreendidas pelas crianças. Construir relacionamento sem confiança é impossível. Quanto mais direta a mensagem (seguindo as devidas regras de correção social e sensibilidade do interlocutor ao feedback) mais honestidade e facilidade na aceitação de uma mensagem positiva. Sendo assim, a regra número oito - se você deseja entregar sua mensagem, deve ser claro e direto.

A implementação destas regras exige uma prática sistemática. Alguns desses erros de comunicação (por exemplo, dizendo empregados ou crianças o que não fazer) são tão prevalentes e, apesar de sua disfunção, eles são considerados um "padrão".

Felizmente, cada habilidade pode ser praticada e a melhor maneira de realizá-la é se concentrar em uma técnica por pelo menos uma semana. Claramente, o número de enganos e os conflitos serão reduzidos. Boa sorte!

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/8-regras-que-vao-facilitar-sua-vida-em-todos-os-aspectos/82791/

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Diferenças entre Empreendedor e Empresário

Olá Amigos,
Saúde e paz!
O artigo de hoje é bastante interessante, abordando as diferenças básicas entre empreendedores e empresários. Acho importante aqueles que tem empresa ou pretendem abrir uma se apropriarem desse conteúdo.
Desejo-lhes muito aprendizado, contínuo sucesso e ótima semana!
Atenciosamente,

Cláudia Conegundes






Se um cria negócios, o outro é responsável por perpetuá-los.



Muita gente compreende os termos empreendedor e empresário como sinônimos, mas a verdade é que eles dizem respeito a papéis distintos e complementares. Um equívoco conceitual que na vida prática tem colocado em risco inúmeras empresas mundo afora.

Empreendedor é quem identifica oportunidades e gera riquezas a partir delas. No mundo do trabalho, aquele tipo de pessoa que é capaz de criar uma empresa ou negócio a partir de uma simples ideia. Empresário, por sua vez, é todo indivíduo que tem competência para perpetuar essa mesma empresa ou negócio. Que consegue fazer crescer e prosperar aquilo que foi concebido e ainda precisa amadurecer.



Algumas pessoas se tornam grandes empreendedores, mas permanecem empresários medíocres; outros, exatamente o contrário. Poucos indivíduos são, ao mesmo tempo, empresários e empreendedores competentes. Veja o caso do Eike Batista: ninguém questiona a sua habilidade para vender planos de negócios fantásticos, a sua falta de traquejo surgiu apenas quando ele teve de colocar em prática tudo aquilo que havia prometido aos investidores.

É muito difícil ser bom nesses dois papéis, pois eles exigem competências bem diferentes. Enquanto o empreendedor precisa ser apaixonante quando comunica sua visão acerca do futuro e demonstrar um nível de ousadia bem acima da média, o empresário geralmente convence as pessoas com base em argumentos concretos e toma decisões em conformidade com aquilo que analisou.



É por isso que empreendedores tendem a ser topetudos, apressados, péssimos ouvintes, emocionalmente instáveis e ainda conservam um nível de autoconfiança que às vezes beira a arrogância. Quem precisa provocar rupturas, ser muito seguro acerca daquilo em que acredita e ainda está disposto a enfrentar eventuais fracassos realmente necessita ter alguns atributos fora da curva.

Por outro lado, empresários bem-sucedidos manifestam um comportamento menos efusivo e não se afetam tanto ao enfrentar problemas de última hora. Organizados, pacientes e atentos aos detalhes que cercam a administração do negócio no dia a dia, sabem que precisam entender o porquê das coisas nos mínimos detalhes se quiserem alcançar resultados consistentes ao longo do tempo.

Conheço muitos sócios que se complementam. Quem tem um perfil empreendedor, por exemplo, toca a área comercial ou de desenvolvimento de produtos, enquanto que o empresário fica com a responsabilidade de gerenciar o setor administrativo-financeiro.

Contudo, nem sempre os perfis casam. Certa vez trabalhei num projeto em que os três sócios tinham traços empreendedores, ou seja, sobrava energia para novos negócios, mas ninguém cuidava dos controles gerenciais básicos.

Assim que a empresa cresceu, os problemas se avolumaram de tal forma que não houve saída a não ser orientá-los a contratarem um executivo de fora para fazer o que eles não faziam. 

Uma outra questão prática é que os jovens tendem a alcançar sucesso primeiro como empreendedores e depois como empresários. Qualquer pessoa com uma boa ideia na cabeça e muita vontade de fazer acontecer pode abrir seu negócio, mas resolver os problemas típicos de uma empresa em decadência ou que cresce muito rápido exige aquele tipo de experiência que leva algum tempo para ser adquirida.

A grande questão hoje em dia é que uma companhia não chega muito longe se ela não contar com estas duas figuras em sua direção. Alguém que desacomode todo mundo, pense fora da caixa e desperte o olhar para novas possibilidades e, ao mesmo tempo, gente centrada, pragmática e analítica que não costuma se empolgar com qualquer coisa..

Se você e seu sócio batem cabeça muitas vezes e assim mesmo continuam juntos porque os negócios vão bem, é quase certo que se completam. Por outro lado quem tem muitas ideias, mas não consegue executá-las sozinho, precisa se unir a alguém com perfil empresário. Já se você é um ótimo executor, mas ainda tem medo de começar as mudanças, encontre logo um parceiro empreendedor.

É possível ser empreendedor e empresário ao mesmo tempo, porém dificilmente alguém consegue cumprir os dois papéis com maestria. Se você se unir à pessoa certa, os dois irão mais longe. Pense nisso!